Apoio dos Distribuidores Farmacêuticos à Ucrânia supera já as 5 toneladas de medicamentos e produtos de saúde

Através do apoio e contributo dos distribuidores farmacêuticos de serviço completo seus associados, a ADIFA – Associação de Distribuidores Farmacêuticos já conseguiu angariar cinco toneladas de medicamentos e produtos de saúde para ajudar a população ucraniana. Diversas entidades do setor farmacêutico em Portugal estão a responder ao repto das autoridades nacionais e europeias, num esforço coletivo de apoio humanitário na área saúde e com vista a corresponder às necessidades e aos pedidos de auxílio das entidades oficiais ucranianas.

A colaboração de todos os intervenientes do circuito do medicamento, como as empresas de distribuição farmacêutica, tem permitido contribuir para esta resposta global, que se encontra a ser centralizada pelas entidades portuguesas, no caso o Infarmed e a DGS, e integrada a nível europeu. Desta forma, tem sido possível contribuir com o envio de doações de medicamentos, dipositivos médicos e outros produtos de saúde para a Ucrânia, assegurando-se o cumprimento de todos os requisitos inerentes às boas práticas de distribuição, essenciais para garantir a qualidade e segurança dos produtos.

Nuno Flora, presidente da ADIFA refere que “desde o início do conflito os nossos associados mobilizaram-se para prestar apoio humanitário aos cidadãos ucranianos e, na medida do possível, fazer chegar medicamentos e produtos de saúde fundamentais e necessários à sua vida, sobretudo em época de guerra. Continuaremos a prestar este apoio até o conflito se resolver, esperando que isso aconteça o mais rapidamente possível.”

Além desta ajuda nacional, as empresas associadas da ADIFA têm colaborado com várias ONG’s, ajudando no transporte de mercadorias e outras diversas doações.

Este é um esforço que tem sido acompanhado também com o apoio da associação europeia de distribuição farmacêutica (GIRP – European Healthcare Distribution Association) e do contacto próximo com as autoridades Europeias, procurando compreender os impactos do conflito nas cadeias de abastecimento e antecipando eventos potencialmente disruptivos. As necessidades têm sido previamente identificadas a nível europeu pela Direção-Geral da Proteção Civil Europeia e das Operações de Ajuda Humanitária.

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