Um player de excelência no mercado Imobiliário do Alto Minho

A Arcobarca, reconhecida pela sua atuação inovadora e sustentável no setor imobiliário, tem-se destacado como uma referência no mercado. À frente dessa trajetória está Venâncio Fernandes, que partilha a sua visão sobre a região, a empresa, os valores que norteiam a sua gestão e as estratégias que têm consolidado a Arcobarca como sinónimo de excelência e inovação.

 

 

Venâncio Fernandes, CEO

 

 

 

Quais são os valores fundamentais que definem a atuação da Arcobarca no mercado imobiliário, e como isso contribui para o vosso maior objetivo enquanto empresa?

A Arcobarca tem-se destacado, desde a sua fundação, por princípios de responsabilidade, transparência e rigor. Acreditamos que estes valores são fundamentais para construir relações de confiança duradouras. A responsabilidade, enquanto compromisso, com as melhores práticas. A transparência é essencial para garantir que todas as etapas da nossa atuação sejam claras e compreensíveis. Já o rigor tem de assegurar padrões de qualidade e eficiência, cumprindo com precisão os prazos e as expectativas de quem nos procura.

Situada em Arcos de Valdevez, a Arcobarca opera na região do Alto Minho. Quais considera ser os maiores atrativos desta região para quem procura qualidade de vida ou oportunidades de investimento?

O Alto Minho é, sem dúvida, uma das melhores regiões do país para viver. Não se trata de desconsiderar as outras áreas do território, mas sim de destacar um conjunto de atributos únicos que tornam esta região irresistível. A simbiose perfeita entre a ruralidade autêntica, ainda preservada em grande parte, e as comunidades modernas e dinâmicas, que oferecem uma vasta gama de serviços e infraestruturas, coloca o Alto Minho numa posição privilegiada para quem procura qualidade de vida e proximidade com a natureza.

Em termos de acessibilidade, o Alto Minho apresenta uma localização estratégica que permite, em pouco mais de meia hora, transitar do interior tranquilo e sereno até ao litoral, com a Costa Atlântica à nossa porta. A região encontra-se a apenas a 30 minutos das históricas cidades de Braga e Guimarães, e de Vigo, na vizinha Galiza, uma cidade que acrescenta uma dimensão internacional à nossa realidade. A cidade do Porto, a segunda maior do país, está a apenas 45 minutos. A riqueza das belezas naturais, praias de grande qualidade, autênticos paraísos fluviais, montanhas imponentes que se erguem até ao céu, oferecendo uma vista deslumbrante, os vales verdejantes, por onde correm rios de águas cristalinas e de beleza indescritível, são o cenário perfeito para quem aprecia a natureza em todo o seu esplendor.

O Alto Minho é também um verdadeiro centro gastronómico, oferecendo uma cozinha rica e variada, com pratos típicos que refletem as tradições e o saber fazer de gerações passadas. A excelência da nossa gastronomia é acompanhada por vinhos de qualidade superior, produzidos nas vinhas da região, cujos sabores são únicos. Somos também uma das regiões onde as tradições são vividas no quotidiano, refletindo a genuinidade da nossa identidade e do nosso povo. Em resumo, o Alto Minho não é apenas um lugar para viver – é um lugar onde se pode viver bem, com qualidade, equilíbrio e harmonia, em perfeita sintonia com a natureza e com as vantagens da modernidade, aliadas a oportunidades de investimento rentável.

Com as novas medidas do Governo implementadas no setor imobiliário, qual tem sido o impacto concreto dessas mudanças na dinâmica de compra e venda de imóveis? Acha que essas medidas foram ao encontro das necessidades reais do mercado?

Não estamos eufóricos, apenas expectantes com a esperança de que esta nova dinâmica positiva dê os seus frutos. Sabemos que a curto prazo, não será possível resolver os problemas que se acumularam ao longo dos anos.

No setor imobiliário, ainda persistem desafios constantes. Na sua opinião, quais são os problemas mais urgentes que necessitam de ser enfrentados e que propostas gostaria de ver implementadas para superar estas barreiras?

A dinâmica do tempo impõe, de forma contínua, desafios às sociedades, e o atual contexto habitacional é um exemplo claro disso. Estamos mais atentos a carências, que até recentemente, nem imaginávamos existir. Ao longo dos últimos anos, a informação parecia contraditória: a diminuição progressiva da população criou uma expectativa de um excesso de oferta e não de um défice habitacional.

Simultaneamente, assistimos, na última década, a um forte movimento de reabilitação e recuperação de edifícios devolutos transversal a todo o país. Ignoramos os fluxos migratórios e turísticos, e a diminuição de empresas de construção que não resistiram aos efeitos da crise do suprime. O resultado foi a surpreendente realidade em que nos encontramos atualmente. Mesmo antevendo algum alívio com os apoios do PRR, será necessário muito tempo até atingirmos um equilíbrio entre a oferta e a procura.

A nossa região enfrenta desafios específicos que dificultam e atrasam transações habitacionais. Construiu-se, sem a exigência de licenciamento, o que coloca agora um número elevado de proprietários perante enormes obstáculos, face às exigências de regularização.

Uma regularização administrativa por parte dos municípios, permitiria uma solução rápida; atualização do cadastro habitacional face ao existente, titularidade, e contribuiria para o arrecadar de maior receita IMI, devido à atualização e regularização de áreas.

 

 

AV5696 Moradia T3- F. de Soutelo – V. Castelo

 

 

 

O mundo digital está a evoluir cada vez mais. De que forma têm integrado ferramentas digitais no vosso modelo de negócio, e como acredita que esta evolução beneficia a experiência dos vossos clientes?

Os desafios da digitalização têm sido sentidos ao longo dos últimos anos, obrigando-nos a adotar medidas para manter-nos na vanguarda. Reformulámos processos, investimos em novos softwares e equipamentos, mas sobretudo uma mudança de atitude. O tempo de resposta tornou-se crucial, e o nosso foco deve estar no essencial, sem descurar essa realidade. Há 20 anos, comunicávamos a partir de placas “Vende-se”,  hoje, estamos em prime time na televisão.

À medida que nos aproximamos de 2025, como vê o futuro do ramo imobiliário? Que conselhos gostaria de transmitir aos investidores que procuram consolidar-se neste mercado?

O imobiliário é um porto seguro para investimentos, no entanto o mercado será cada vez mais influenciado pela sustentabilidade, digitalização e adaptação às mudanças climáticas. Para os investidores, é crucial diversificar os investimentos em imóveis sustentáveis e energeticamente eficientes, acompanhar as tendências económicas e sociais, e recorrer à ajuda de profissionais conhecedores da área; ajudará a consolidarem-se com sucesso no mercado.

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