A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em CRM baseado em Inteligência Artificial (IA), acaba de reunir mais de 1600 profissionais no Agentforce World Tour Lisboa 2026 no CCB. Durante o dia, e em sessões divididas por diferentes setores empresarias, a Salesforce esteve a fazer demonstrações de IA Agêntica, e como a tecnologia pode impactar positivamente o crescimento das empresas.
A transformação digital em Portugal está a atingir um novo patamar com a consolidação do conceito de Empresa Agêntica. O que começou como uma visão estratégica sobre um novo modelo de gestão empresarial, baseado na colaboração entre humanos e agentes de IA, é hoje uma realidade tangível para o tecido empresarial português.
“Portugal tem vindo a evidenciar uma evolução positiva na adoção de soluções como o Agentforce”, refere Fernando Braz, Country Leader da Salesforce em Portugal. “Cada vez mais organizações estão a explorar o potencial da IA Agêntica e a avaliar de que forma estas soluções podem contribuir para ganhos de eficiência, produtividade e melhoria da experiência do cliente.”
Futebol Clube do Porto, Caixa Geral de Depósitos, MEO, Vista Alegre, Universidade Europeia, Luz Saúde, Generali Tranquilidade, Super Bock e CTT Portugal estão entre as empresas que participam no evento, partilhando o seu processo de transformação digital com a Salesforce. Também parceiros de peso, como a NTT Data, a Deloitte e a Accenture levam bons casos de projetos desenvolvidos.
A Salesforce, com mais de 29.000 clientes de Agentforce a nível global, lidera a implementação de agentes de IA, e destaca a importância de existir uma estratégia que permita escalar projetos de IA de forma eficaz. De acordo com um estudo do MIT, 95% dos projetos piloto de IA não chegam à fase de produção, devido ao facto de os modelos de linguagem de grande escala (LLMs) não serem, por si só, suficientes para um ambiente de produtividade empresarial.
“Os grandes modelos de linguagem carecem de conhecimento específico do negócio, não são deterministas, apresentam problemas de transparência e podem gerar alucinações totalmente inaceitáveis para as empresas”, continua Fernando Braz. “Para ultrapassar a fase dos ‘pilotos’ e escalar a nível corporativo com a implementação de agentes, é necessário complementar os modelos com um sistema que lhes dê contexto, através dos dados da empresa, um sistema de trabalho, as aplicações onde os processos de negócio são suportados, um sistema próprio de agentes de IA para gerir todo o seu ciclo de vida e um sistema de engagement que ligue agentes, clientes e colaboradores.”







