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Um projeto integrativo para a saúde mental

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Integrar ciência, intuição e presença: é este o propósito do Sukha Wellness Within, projeto fundado por Bia Andrade e Ana Teixeira e Ribeiro. Nesta entrevista, falam sobre a origem do espaço, os desafios de empreender com profundidade na área da saúde mental e a visão de um bem-estar mais acessível e consciente.

Bia Andrade, Psicoterapeuta e Diretora Clínica e Ana Teixeira e Ribeiro, Hipnoterapeuta e Diretora Operacional

O Sukha Wellness Within tem vindo a afirmar-se como um espaço de referência na promoção do bem-estar e da saúde mental. Que visão esteve na origem deste projeto e como tem evoluído ao longo do tempo?

O Sukha nasceu de um sonho comum: criar um espaço onde corpo, mente, emoções e alma pudessem ser cuidados de forma integrada. Acreditamos que a verdadeira saúde só é possível quando olhamos para o ser humano como um todo, e não apenas para os seus sintomas. Desde o início, unimos ciência e intuição, psicoterapia e práticas complementares, numa abordagem contemporânea e profundamente humana. Ao longo do tempo, o Sukha foi evoluindo com as necessidades dos nossos clientes e com a nossa própria expansão pessoal e profissional. Hoje, é um espaço vivo, onde a transformação é acompanhada com profundidade, escuta e verdade.

Num contexto social em que a saúde mental é cada vez mais valorizada, que principais desafios enfrentam no vosso trabalho enquanto psicoterapeutas e empreendedoras?

Um dos maiores desafios é manter a autenticidade e a profundidade numa era de soluções rápidas e consumo acelerado de informação. Enquanto terapeutas, sabemos que os processos de transformação são únicos, exigem tempo e compromisso. Como empreendedoras, enfrentamos o desafio de comunicar esta verdade num mercado que muitas vezes valoriza mais o marketing do que a substância. Equilibrar estas duas dimensões – a profundidade do trabalho terapêutico e a necessidade de inovação e sustentabilidade do projeto – exige coragem, clareza de valores e uma equipa alinhada com a missão.

Conciliar a prática clínica com a gestão de um projeto inovador exige dedicação e equilíbrio. Que estratégias têm adotado para gerir este percurso, tanto a nível profissional como pessoal?

Temos aprendido a viver o que ensinamos. Criámos rotinas de autocuidado, práticas de alinhamento interno e momentos de silêncio para nos reconectarmos com a nossa essência. Trabalhamos em equipa, partilhamos decisões, respeitamos o ritmo de cada uma e damos espaço à criatividade e à intuição. Também aprendemos a delegar e a confiar. Acreditamos que liderar um projeto como o Sukha exige não apenas competências técnicas, mas um compromisso profundo com a nossa própria evolução pessoal. É isso que nos permite manter a energia, a clareza e a presença que o projeto exige.

Quais são as vossas perspetivas para o futuro do Sukha Wellness Within e de que forma pretendem continuar a contribuir para uma cultura mais consciente, equilibrada e saudável?

O futuro do Sukha passa por expandir a nossa mensagem e o nosso impacto. Queremos formar outros profissionais na nossa abordagem integrativa, desenvolver programas online acessíveis a mais pessoas e continuar a inovar com novas tecnologias de saúde emocional e energética. Pretendemos também levar a nossa visão a empresas, escolas e eventos, contribuindo ativamente para uma cultura onde o bem-estar não seja um luxo, mas um direito. Mais do que um espaço físico, o Sukha é uma frequência – e o nosso compromisso é continuar a elevá-la, para que cada vez mais pessoas se recordem do que é viver com presença, coerência e amor.

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