Teresa Damásio, Presidente do Conselho de Administração da Universidade Lusófona da Guiné Bissau e Membro da Administração do Grupo Lusófona, destaca relevância da nova gestão Guineense na organização internacional.
A República da Guiné-Bissau prepara-se para assumir, no próximo dia 18 de julho de 2025, a presidência rotativa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), sucedendo a São Tomé e Príncipe. O ato solene ocorrerá durante a XV Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da organização, que terá lugar em Bissau, reunindo as mais altas figuras dos nove Estados-membros: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e a própria Guiné-Bissau.

A cimeira marca o início de um mandato de dois anos para a Guiné-Bissau à frente da CPLP, período durante o qual o país pretende reforçar a cooperação, o diálogo político e a promoção da língua portuguesa, consolidando a visão de uma comunidade de povos irmãos e solidários.
A assunção da presidência da CPLP pela Guiné-Bissau no próximo dia 18 de julho de 2025
reveste-se de grande importância para o setor da Educação, reforçando o papel estratégico da cooperação lusófona no desenvolvimento dos recursos humanos e na promoção da língua portuguesa.
Neste contexto, o Grupo Lusófona, o maior grupo de ensino de língua portuguesa no mundo, desempenha um papel central. A Presidente do Conselho de Administração da Universidade Lusófona da Guiné Bissau e Membro da Administração do Grupo Lusófona, Teresa Damásio, sublinha que “a educação é a base de uma sociedade democrática e pluralista, sendo essencial para o fortalecimento da cooperação entre Portugal, África e o conjunto da lusofonia, vendo nesta futura presidência da CPLP a real oportunidade de alavancar a sociedade guineense nos eixos da capacitação, segurança, diálogo bilateral e investimento externo”.
Teresa Damásio tem a convicção de que a liderança da Guiné-Bissau na CPLP poderá potenciar igualmente o papel das instituições de ensino, promovendo a mobilidade académica e científica, incentivando a criação de novos programas de formação e investigação, e consolidando a educação como eixo central do desenvolvimento sustentável e da integração dos países lusófonos. O compromisso do Grupo Lusófona com a formação de quadros em todos os níveis de ensino, desde licenciaturas a doutoramentos, demonstra a relevância destas entidades na concretização dos objetivos da CPLP para o setor educativo.
A última cimeira da CPLP decorreu em agosto de 2023, em São Tomé e Príncipe, que agora cede a liderança à Guiné-Bissau, reafirmando os princípios da rotatividade e da inclusão que caracteriza a organização.
Assim, a presidência guineense será um catalisador para novas parcerias, políticas e iniciativas que promovam a qualidade e a acessibilidade da educação no espaço lusófono, valorizando o património imaterial da língua portuguesa e contribuindo para sociedades mais justas, inclusivas e desenvolvidas.






