No Grupo MAP, a cultura organizacional é mais do que um conceito – é um modo de estar vivido com autenticidade, proximidade e coerência. Distinguido pela Great Place To Work, o Grupo reforça o compromisso de colocar as pessoas no centro da sua estratégia. Em entrevista, Cláudia Rosado, Diretora de Pessoas do Grupo MAP, revela como a integridade, a confiança e o espírito de equipa sustentam um ambiente onde o talento cresce com propósito e o sucesso se constrói com alma.
A distinção atribuída pela Great Place To Work representa um reconhecimento coletivo da cultura que o Grupo MAP tem vindo a construir. Que elementos considera essenciais para que esta cultura se mantenha viva e coerente com os valores do grupo?
A cultura MAP é feita de pessoas com propósito, e isso é talvez o seu maior traço distintivo. Acreditamos que uma cultura organizacional só se mantém viva quando é sentida e vivida no dia a dia, e não apenas comunicada. Os elementos essenciais têm sido a autenticidade, a proximidade e a coerência entre o que dizemos e o que fazemos. Trabalhamos todos com um objetivo comum: construir com rigor, mas também com alma e isso reflete-se na forma como nos relacionamos, colaboramos e crescemos juntos.
A cultura MAP não é um conceito abstrato; é o reflexo do comportamento coletivo das nossas equipas, sustentado por valores muito claros: integridade, confiança e espírito de equipa.

Num setor tradicionalmente marcado por desafios técnicos e operacionais, como é que o Grupo MAP tem conseguido colocar as pessoas no centro da sua estratégia e fazer dessa aposta um fator de diferenciação e sucesso?
Acreditamos que não há excelência técnica sem bem-estar humano. Num setor onde o foco tende a estar na execução, o MAP Group escolheu colocar o foco nas pessoas que tornam a execução possível. Isso traduz-se em medidas muito concretas: programas de escuta ativa, planos de desenvolvimento individual, formação contínua e políticas de equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Mais do que iniciativas pontuais, esta aposta tem sido uma mudança estrutural de mentalidade: queremos que quem trabalha na MAP se sinta realizado, ouvido e desafiado porque sabemos que equipas felizes constroem resultados sólidos e sustentáveis.

O estudo da Great Place To Work valoriza dimensões como confiança, orgulho e espírito de equipa. De que forma estes princípios se manifestam diariamente nas equipas e na liderança do Grupo MAP?
Esses três pilares: confiança, orgulho e espírito de equipa são o DNA da nossa forma de liderar. A confiança é construída com transparência e proximidade, o orgulho nasce do reconhecimento mútuo e do impacto que sentimos em cada projeto, e o espírito de equipa manifesta-se na entreajuda, na partilha e na vontade de fazer mais e melhor, juntos.
Na MAP, a liderança não se mede apenas por resultados, mas pela capacidade de inspirar, apoiar e criar um ambiente de crescimento coletivo. É isso que faz com que todos sintamos que fazemos parte de algo maior do que o nosso próprio trabalho.
Com este reconhecimento do Grupo MAP, que metas e compromissos pretende reforçar enquanto Diretora de Pessoas, olhando para o futuro do grupo e para o desenvolvimento dos seus colaboradores?
Estre reconhecimento é um ponto de chegada, mas também um ponto de partida. O compromisso é claro: continuar a investir nas pessoas como o ativo mais valioso do grupo. Queremos reforçar programas de desenvolvimento de liderança, promover maior diversidade geracional e de percursos, e aprofundar políticas de bem-estar que sejam genuinamente transformadoras, não apenas benefícios, mas experiências que façam a diferença na vida de quem cá está. O futuro da MAP constrói-se com talento, mas também com propósito. E o nosso compromisso é garantir que cada pessoa encontra aqui um lugar onde pode crescer, contribuir e sentir orgulho em pertencer.







