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Rochavau: onde o detalhe faz a diferença

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No coração do Algarve, entre a simplicidade elegante e o design contemporâneo, o Hotel Rochavau destaca-se pela experiência humana e autêntica que oferece. João Gomes, Diretor-Geral, explica como esta unidade aposta na proximidade, no conforto e na genuinidade para se afirmar num mercado hoteleiro cada vez mais exigente e sofisticado.

Como descreve o posicionamento atual do Hotel Rochavau dentro da oferta hoteleira de Portimão?

O Rochavau é aquele hotel que encontra o seu espaço entre o design moderno e a simplicidade bem feita. Não queremos ser enormes, queremos ser certos: acolhedores, atentos e com uma atitude tranquila que muitos viajantes procuram e poucos encontram.

 

João Gomes, Diretor-Geral

 

O que distingue esta unidade num mercado tão competitivo como o algarvio?

A escala humana. Aqui, o hóspede não é um número – é um rosto, uma história, um momento de viagem. O serviço é próximo, o ambiente é bonito sem ser pretensioso e tudo é pensado para fazer o hóspede sentir-se em casa… mas com uma cama melhor.

Que tipo de hóspede procura hoje o Rochavau e como mudou esse perfil?

Recebemos sobretudo quem aprecia calma, bom gosto e experiências mais autênticas. O viajante evoluiu: quer menos “multidão” e mais “conteúdo”. Trocam filas por pequenos detalhes que contam.

O viajante está mais exigente? Em que aspetos?

Claramente. Hoje pedem conforto, rapidez, boa internet, ambiente agradável e recomendações reais – não turísticas, mas locais. O hóspede sabe o que quer, e nós gostamos desse desafio.

O Rochavau tem feito investimentos em renovação ou modernização?

Sim, e de forma muito consciente. Além das melhorias na eficiência energética e na tecnologia – que tornam tudo mais simples para o hóspede – abrimos este ano o nosso bar, que já se tornou um ponto de encontro natural do hotel. Em 2026, dará o salto para servir refeições, ampliando a nossa oferta e criando mais momentos de bem-estar para quem nos visita. São passos estratégicos, mas sempre com o mesmo objetivo: elevar a experiência sem perder o nosso ADN.

O que é essencial para garantir uma experiência memorável?

Quartos confortáveis, amenities que fazem sentido e uma equipa que sabe receber. O toque humano continua a ser o que faz alguém deixar o Rochavau a dizer: “Voltava já amanhã”.

Que medidas implementou o Rochavau?

Somos muito práticos: consumos mais eficientes, menos plástico, mais parceiros locais e escolhas conscientes. Sustentabilidade não é um slogan – é o mínimo que um hotel no Algarve tem de fazer para respeitar o destino.

Quais são, para si, os desafios mais urgentes na hotelaria no Algarve?

A sazonalidade ainda dita ritmos que já não fazem sentido para um destino tão maduro. Falta mão-de-obra, falta habitação para quem quer trabalhar na região e falta estabilidade para planear a longo prazo. Resolver isto é garantir o futuro da hotelaria algarvia.

Que ambição tem para o Rochavau nos próximos anos?

Quero consolidar o Rochavau como um hotel de charme reconhecido pela autenticidade e pelo serviço próximo. Não procuramos ser os maiores – procuramos ser os mais certeiros naquilo que fazemos. E isso só se constrói com consistência, boa energia de equipa e uma visão clara sobre o que queremos entregar ao hóspede: descanso, simplicidade e qualidade sem complicações. O futuro também passa por dar ainda mais palco ao que é nosso – produtos locais, tradições e aquela autenticidade que não se compra. Queremos que o viajante viva Portugal, não apenas o visite. Começámos pelas noites de Fado, mas a ideia é criar mais momentos que liguem o hóspede ao nosso território e às nossas histórias. Memórias simples, verdadeiras e cheias de identidade.

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