Ao celebrar seis anos de atividade, a PTCG – Consultoria de Gestão reafirma a visão que marcou a sua fundação: fazer consultoria de forma diferente – mais próxima, mais estratégica e genuinamente orientada à criação de valor sustentável. Em entrevista à Revista Business Portugal, Mário Silva, Fundador e Managing Partner, reflete sobre o percurso da empresa, o reconhecimento como uma das “Top 5% Melhores PME de Portugal” e as ambições para o futuro num setor onde a confiança, o rigor e a responsabilidade continuam a ser os pilares do sucesso.
Ao celebrar o sexto aniversário da PTCG – Consultoria de Gestão, fundada em 2020 por profissionais experientes em estratégia e finanças corporativas, que marcos fundamentais do vosso percurso destacaria e como estes reforçam o posicionamento da empresa?
Celebrar seis anos da PTCG é celebrar uma visão que nasceu da convicção de que a consultoria de gestão em Portugal podia – e devia – ser feita de forma diferente: mais próxima dos empresários, mais estratégica nas decisões e genuinamente orientada à criação de valor sustentável.
Quando fundámos a PTCG, em 2020, reuníamos décadas de experiência em estratégia e finanças corporativas e um propósito muito claro: construir uma casa de confiança para empresários exigentes, que procuram mais do que recomendações – procuram parceiros que se envolvem, pensam e decidem ao seu lado, com rigor, clareza e responsabilidade.
Ao longo destes seis anos, crescemos com disciplina, consistência e foco. Construímos relações duradouras com clientes, reforçámos a equipa com profissionais de elevado mérito e expandimos as nossas áreas de atuação, sempre com um denominador comum: gerar impacto real, mensurável e duradouro nas organizações que acompanhamos. O reconhecimento continuado do mercado confirma que o nosso posicionamento é claro e diferenciador. A PTCG é hoje sinónimo de excelência, integridade e proximidade estratégica – uma consultora que alia rigor técnico, comunicação transparente e um profundo sentido de responsabilidade, com um único objetivo: exceder expectativas e criar valor sustentável para os seus clientes.

Referiu que a consultoria de gestão podia e devia ser feita de forma diferente. Na sua opinião que papel pode – e deve – a consultoria de gestão desempenhar no reforço da competitividade das empresas portuguesas nos próximos anos?
A consultoria de gestão tem de assumir um papel muito mais ativo e responsável no reforço da competitividade das empresas portuguesas. O país não precisa de relatórios genéricos – precisa de parceiros estratégicos que se envolvam, assumam responsabilidade e gerem impacto real.
Num contexto económico cada vez mais exigente, marcado por pressão financeira, transformação digital acelerada e desafios de sustentabilidade, as empresas precisam de apoio rigoroso, claro e pragmático. A consultoria deve ajudar a transformar visão em ação, estratégia em resultados e complexidade em decisões simples e eficazes. Na PTCG, acreditamos que o futuro da consultoria passa por combinar excelência técnica, transparência absoluta e proximidade humana. Compreender profundamente os negócios, respeitar a cultura das organizações e trabalhar com ética e clareza, sempre orientados para a criação de valor sustentável.
Se conseguirmos elevar o nível de profissionalismo, disciplina estratégica e qualidade das decisões nas empresas portuguesas, estaremos a contribuir não apenas para o sucesso individual dos nossos clientes, mas para um tecido empresarial mais forte, mais competitivo e melhor preparado para o futuro.
A distinção como “Top 5% Melhores PME de Portugal” coincide com uma fase de maturidade da PTCG – Consultoria de Gestão; de que forma este reconhecimento valida o caminho percorrido desde a fundação?
Ser distinguida, pelo terceiro ano consecutivo, como uma das “Top 5% Melhores PME de Portugal” é um motivo de enorme orgulho, mas sobretudo uma validação objetiva do caminho que temos vindo a construir desde o primeiro dia.
Este reconhecimento surge numa fase de clara maturidade da PTCG e confirma que a nossa estratégia – assente em rigor, ética, disciplina financeira e foco no cliente – é consistente e sustentável. Desde a fundação, assumimos o compromisso de construir uma organização sólida, ética e profissional, baseada numa cultura de transparência, comunicação clara e responsabilidade na tomada de decisão.
Mais do que um selo de excelência financeira, esta distinção traduz a confiança dos nossos clientes e parceiros e confirma que é possível crescer de forma sustentada, mantendo elevados padrões de integridade e qualidade. Para nós, é simultaneamente a confirmação do percurso feito e um estímulo para continuar a elevar a fasquia, aprofundando o impacto positivo que queremos gerar no tecido empresarial português.
Num contexto em que apenas uma minoria das PME portuguesas atinge este patamar de desempenho e solidez financeira, como é que a PTCG transforma esta credenciação num fator diferenciador no relacionamento com clientes, parceiros e equipas internas?
Esta distinção é muito mais do que um reconhecimento externo – é um fator de diferenciação real no modo como nos relacionamos com clientes, parceiros e com a nossa própria equipa.
No relacionamento com os clientes, reforça a confiança e consolida o posicionamento da PTCG como parceiro estratégico de referência. Representa uma garantia de excelência na execução, transparência na comunicação e responsabilidade pelo impacto gerado, mostrando que aplicamos internamente os mesmos princípios que defendemos: rigor, ética e foco em resultados sustentáveis. Trabalhar com a PTCG é trabalhar com uma consultora que faz na prática aquilo que recomenda. Com os parceiros, esta credenciação reforça a nossa reputação como uma empresa sólida, fiável e preparada para assumir projetos de maior complexidade e exigência. A nossa solidez financeira, clareza estratégica e forma transparente de atuar tornam-nos um aliado de confiança em projetos com impacto relevante.
Internamente, é um selo de orgulho e pertença. A equipa reconhece que este estatuto é o reflexo de uma cultura exigente, onde a excelência, a confiança mútua e a responsabilidade pelo valor criado para os clientes orientam diariamente a forma como trabalhamos. Reforça o nosso sentido de missão e o compromisso coletivo de continuar a crescer com propósito.
Na sua experiência, qual é hoje o principal erro estratégico que as PME portuguesas continuam a cometer – e de que forma a PTCG ajuda os empresários a evitá-lo?
O erro mais frequente – e também o mais crítico – é a gestão excessivamente reativa, onde as decisões estratégicas são tomadas sob pressão, sem uma leitura clara do impacto financeiro e sem uma visão estruturada de médio e longo prazo.
Muitas PME são lideradas por empresários extremamente competentes e resilientes, mas que continuam demasiado envolvidos na operação do dia a dia, adiando decisões estruturantes ou baseando-as apenas na intuição. O resultado é conhecido: crescimento pouco sustentado, fragilidade financeira e dificuldade em antecipar riscos ou aproveitar oportunidades.
Na PTCG, ajudamos os empresários a passar da gestão intuitiva para a liderança estratégica. Trabalhamos lado a lado com os decisores para estruturar a informação certa, traduzir números em decisões claras e alinhar estratégia, finanças e execução. Fazemo-lo com total transparência, comunicação direta e um profundo sentido de responsabilidade pelo impacto das decisões tomadas.
O nosso papel não é substituir o empresário, mas dar-lhe clareza, confiança e método para decidir melhor. Quando isso acontece, as empresas tornam-se mais sólidas, mais rentáveis e mais preparadas para crescer de forma sustentável.
Referiu há pouco o futuro. Ora, olhando para o futuro, que ambições estratégicas define para o próximo ciclo da PTCG, e de que forma este selo influencia a sua agenda de inovação, crescimento e criação de valor para o tecido empresarial português?
O futuro da PTCG constrói-se com a mesma ambição que esteve na sua génese: trabalhar com excelência, agir com total transparência e assumir plena responsabilidade pelo impacto que geramos nas empresas que nos confiam os seus desafios estratégicos.
Não ambicionamos ser uma grande consultora no sentido tradicional. Não queremos ser um player mass-market. Acreditamos profundamente que o verdadeiro factor diferenciador da PTCG reside nas pessoas – na sua experiência, compromisso e capacidade de se envolverem verdadeiramente com cada cliente. É essa proximidade que nos permite compreender os desafios dos empresários e entregar soluções com impacto real.
O nosso crescimento continuará a ser sustentado, criterioso e alinhado com os nossos valores. Preferimos consolidar relações de longo prazo, sólidas, apoiadas por equipas altamente qualificadas e alinhadas com a nossa visão, em detrimento de uma expansão rápida que comprometa a qualidade, a proximidade e a confiança que nos caracterizam. Estrategicamente, queremos reforçar a nossa posição como parceiro de referência em consultoria de gestão e finanças corporativas, aprofundando a atuação em áreas críticas para o futuro das empresas, como a transformação digital, a sustentabilidade e a reestruturação financeira.
Acreditamos que a consultoria do futuro combina rigor analítico com sensibilidade humana – compreender números, sim, mas sobretudo compreender pessoas, visão e ambição.
Mais do que consultores, queremos continuar a ser parceiros de confiança, exigentes, transparentes e profundamente comprometidos em gerar impacto real e duradouro no tecido empresarial português.








