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Crescimento e consolidação

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Os engenheiros José Paulo e José Miranda Rodrigues, Sócios da Critical Path Managers, antecipam um 2026 de crescimento e consolidação, impulsionado pela inovação e pelo reforço de parcerias estratégicas.

Que avaliação faz de 2025 para a Critical Path Managers, quer em termos de crescimento de negócio e consolidação de parcerias, quer ao nível da maturidade dos vossos processos de gestão de projetos na área da consultoria de engenharia?

Em 2025, a Critical Path Managers consolidou a sua presença no setor, registando um crescimento de cerca de 15% no volume de negócios face a 2024, após um aumento já significativo no ano anterior. Este desempenho demonstra a capacidade da empresa para responder a um mercado exigente e competitivo, mantendo a confiança dos clientes e a qualidade técnica que caracteriza o nosso trabalho. Este ano ficou igualmente marcado por uma evolução consistente na maturidade dos processos internos de gestão de projetos. Adoção mais disciplinada de metodologias, melhoria dos fluxos de comunicação e maior padronização documental permitiram aumentar a eficiência e reduzir a variabilidade na entrega dos serviços. Paralelamente, identificámos áreas prioritárias para reforço de parcerias estratégicas, que serão fundamentais para sustentar o crescimento nos próximos anos, sobretudo em setores onde a complexidade técnica exige equipas multidisciplinares e alinhamento estreito com clientes e projetistas.

 

 

 

Que significado têm distinções como PME Excelência e a inclusão no Top Scoring 5%, e de que forma estes reconhecimentos se traduzem em responsabilidades acrescidas?

As distinções PME Excelência e Top Scoring 5% representam um reconhecimento público da solidez da Critical Path Managers e da consistência dos resultados alcançados. Confirmam que a estratégia delineada pela empresa em 2022 para o triénio seguinte foi acertada e que tem produzido efeitos positivos tanto ao nível operacional como financeiro. Estes reconhecimentos reforçam a credibilidade da empresa junto dos clientes e parceiros e traduzem-se em responsabilidades acrescidas: exigem rigor crescente na forma como estruturamos e executamos os nossos projetos, maior disciplina nos processos internos e um compromisso reforçado com a melhoria contínua. Para a CPM, estas distinções não são apenas um prémio, mas sobretudo um estímulo para manter padrões elevados de entregáveis e para elevar o nível de profissionalização do setor.

Quais são os eixos estratégicos prioritários para 2026 e que metas concretas a Critical Path Managers estabeleceu em áreas como inovação, digitalização da gestão de projetos e expansão da carteira de clientes?

Para 2026, a prioridade central é consolidar o volume de faturação atingido em 2025, garantindo estabilidade e equilíbrio operacional. Esta estratégia assenta em três eixos fundamentais: (1) Reforço da inovação aplicada à gestão de projetos, nomeadamente através da utilização sistemática de BIM, modelos 4D/5D e ferramentas de Inteligência Artificial que permitam uma gestão mais eficiente da informação ao longo do ciclo de vida dos empreendimentos. (2) Aprofundamento da digitalização dos processos internos, promovendo maior integração entre equipas, rastreabilidade documental e eficiência na coordenação entre especialidades. (3) Reforço de parcerias estratégicas e ampliação seletiva da carteira de clientes, privilegiando projetos onde a CPM possa oferecer diferenciação técnica e continuidade de relacionamento. Este conjunto de eixos permitirá aumentar a capacidade da empresa para escalar processos e responder a projetos de maior complexidade.

Que principais desafios antecipa para 2026 e como é que a Critical Path Managers se está a preparar para continuar a entregar projetos de engenharia dentro do prazo, do orçamento e dos padrões de qualidade esperados pelos clientes?

O ano de 2026 deverá ser particularmente exigente devido ao contexto externo. A pressão gerada pelos projetos associados ao PRR continuará a absorver recursos do setor, contribuindo para escassez de mão de obra, subida de preços e dificuldades adicionais na estabilização de equipas e fornecedores. Estes fatores terão impactos diretos tanto em obras públicas como privadas. Internamente, o desafio será garantir a execução rigorosa das obras em curso enquanto consolidamos processos de gestão contratual e de projeto, o que exigirá um esforço adicional de toda a equipa. Para responder a este cenário, a CPM está a investir na profissionalização contínua das suas equipas, na adoção de tecnologias que facilitem a coordenação e monitorização dos trabalhos e no reforço da cultura de planeamento estruturado. O objetivo é assegurar que continuamos a entregar projetos dentro dos prazos e com a qualidade que os clientes reconhecem na empresa.

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