A SafeBrok tem vindo a afirmar-se num setor em transformação, onde a exigência por maior clareza, proximidade e capacidade de resposta redefine a relação com os serviços financeiros. Nesta entrevista, José Gonçalves, Managing Director Portugal, explica a origem do projeto, a aposta numa abordagem consultiva e independente e a ambição de construir uma referência nacional assente numa visão 360º do cliente, suportada por método, tecnologia e acompanhamento contínuo.
A SafeBrok tem vindo a crescer num mercado em que os clientes procuram mais clareza, acompanhamento próximo e capacidade de resposta. Que necessidade esteve na origem deste projeto?
A SafeBrok nasce para ajudar famílias, profissionais e empresas a tomar decisões financeiras de forma mais estruturada. Hoje existe muita informação disponível, mas nem sempre existe tempo, método ou acompanhamento para a transformar em boas decisões. O nosso papel é simplificar esse processo, compreender o contexto de cada cliente e construir soluções coerentes com os seus objetivos. Queremos ser um parceiro de longo prazo, presente nas diferentes fases da vida financeira dos clientes.

O que distingue uma marca que presta serviços de uma marca que se torna uma verdadeira referência?
Uma referência constrói-se quando existe consistência entre propósito, processo e experiência. No nosso caso, a marca SafeBrok assenta numa relação consultiva, independência, método e capacidade de evolução. Queremos ser reconhecidos pela forma como ligamos diferentes dimensões: proteção, crédito, poupança, investimento e planeamento, numa visão 360º. A tecnologia entra precisamente para reforçar essa experiência, tornando o acompanhamento mais simples, rápido e contínuo.
A visão 360º é uma das ideias centrais da SafeBrok. Como se traduz no acompanhamento aos clientes?
Traduz-se em partir sempre do cliente, e não do produto. Antes de apresentar qualquer solução, procuramos perceber a sua realidade: família, empresa, objetivos, riscos, liquidez, horizonte temporal e prioridades. Uma decisão de crédito pode ter impacto na poupança; uma decisão de proteção pode condicionar a estabilidade familiar; uma estratégia patrimonial deve estar alinhada com o futuro que o cliente quer construir. O digital será importante nesta visão, porque permite organizar melhor a informação, ganhar agilidade e acompanhar o cliente em diferentes momentos da relação.
A SafeBrok está a preparar um projeto digital ambicioso. O que podemos esperar desta nova fase?
Estamos a trabalhar numa evolução importante da experiência SafeBrok. A nossa ambição é combinar o melhor da presença física com o melhor do digital, criando um modelo mais escalável, eficiente e centrado no cliente. Isso significa melhorar o primeiro contacto, qualificar necessidades, facilitar o acesso à informação, acelerar processos e criar novos pontos de interação com os clientes. O objetivo é usar a tecnologia para reforçar o nosso modelo de planeamento, personalização, independência e visão 360º.
De que forma este equilíbrio entre rede, método e tecnologia pode acelerar o crescimento da SafeBrok em Portugal?
Acreditamos que essa combinação será decisiva. A rede dá-nos proximidade e conhecimento real do mercado. O método garante consistência e qualidade na análise. A tecnologia permite ganhar escala, melhorar processos e chegar a mais pessoas com uma experiência mais fluida. É assim que queremos crescer: com presença no terreno, uma marca cada vez mais reconhecida e uma dimensão digital capaz de tornar a SafeBrok mais acessível, sem perder a profundidade do acompanhamento. Queremos afirmar-nos como referência nacional, crescendo com qualidade e mantendo uma proposta centrada no cliente, independente e preparada para novas formas de relação com os serviços financeiros.








