PUB

PUB

O InterContinental que colocou Luanda no mapa do luxo global

Data:

Partilhar

Mais do que um hotel de cinco estrelas, o InterContinental Luanda Miramar assume-se como um cartão de visita de Angola ao mundo. Nuno Neves, Diretor-Geral, explica como a operação pensa o detalhe, a cultura de serviço e a liderança para transformar a hospitalidade num instrumento de projeção territorial e de confiança internacional.

Há hotéis que se limitam a receber hóspedes. E há outros que procuram, deliberadamente, marcar uma posição no mapa da hospitalidade internacional. O InterContinental Luanda Miramar pertence a esta segunda categoria. Sob a direção de Nuno Neves, o hotel consolidou-se como uma referência no segmento premium em Angola, não apenas pelo conforto e pela sofisticação, mas pela disciplina operacional, pela cultura de serviço e pela capacidade de responder a um mercado cada vez mais exigente.

“Somos avaliados como qualquer outro InterContinental no mundo”, sublinha Nuno Neves, para quem o verdadeiro luxo não se mede apenas pelo brilho da imagem, mas pela consistência de padrões que não admitem atalhos. A marca InterContinental, integrada no universo IHG, impõe um nível de exigência que atravessa geografias e continentes. Em Luanda, essa ambição traduz-se numa operação pensada ao detalhe, com todos os espaços abertos, dos quartos aos restaurantes, passando pelo spa, cuja abertura veio reforçar a vocação de serviço integral do hotel.

 

Nuno Neves, Diretor-Geral

 

A cultura do detalhe

A construção deste posicionamento não aconteceu por acaso. Desde a abertura, em novembro de 2021, a estratégia foi a de crescer com método, evitando precipitações e consolidando cada etapa com rigor. “Decidimos abrir lentamente o hotel, não tudo de uma vez”, recorda o Diretor-Geral, explicando que a aposta passou por criar uma equipa capaz de responder à exigência da marca e às expectativas de um público internacional.

Essa cultura é visível na forma como o hotel recruta, forma e acompanha os seus colaboradores. Para Nuno Neves, a atitude vale tanto quanto a experiência. “Quero falar cinco minutos com cada pessoa antes de assinar o contrato. Quero perceber se tem atitude, se tem querer”, afirma. A formação contínua é outro pilar: os colaboradores fazem cursos, treinam competências técnicas e desenvolvem, diariamente, uma relação mais afinada com o cliente.

Servir com classe

Num setor em que a excelência se decide nos pormenores, o hotel aposta também no desenvolvimento linguístico e humano das equipas. O inglês, por exemplo, é uma prioridade, num contexto em que a hotelaria angolana ainda enfrenta fragilidades na comunicação com hóspedes estrangeiros. O resultado, diz Nuno Neves, é já reconhecido pelos clientes, que encontram no InterContinental uma resposta mais fluida, mais segura e mais cosmopolita.

A filosofia da marca resume-se numa ideia que o Diretor-Geral faz questão de repetir: “Inspirar o incrível”. O conceito vai mais além do serviço convencional. Significa antecipar preferências, compreender hábitos, criar gestos de atenção que transformam a estadia numa experiência memorável. “Se uma pessoa gosta de um certo chá, de flores no quarto ou de um café específico, nós sabemos e fazemos acontecer”, explica. É nessa combinação entre precisão e intuição que o hotel encontra a sua assinatura.

 

 

Um hotel para a cidade

O posicionamento do InterContinental Luanda Miramar não se esgota na dimensão da hotelaria de luxo. Em Luanda, o hotel assumiu-se também como plataforma de encontro para negócios, diplomacia, congressos e eventos de grande escala. Em vários momentos, tornou-se palco de delegações internacionais, encontros institucionais e iniciativas de elevado perfil, reforçando a ideia de que a hotelaria pode ser também um instrumento de projeção territorial.

“Este hotel é um cartão de visita para acolher dirigentes, empresários e investidores com qualidade, prestígio e segurança”, resume Nuno Neves. A sua leitura é clara: a relevância do hotel ultrapassa a relação bilateral entre Portugal e Angola, inserindo-se antes numa lógica mais ampla de abertura de Angola ao mundo. Essa visão ajuda a explicar porque motivo o hotel é hoje procurado por entidades que valorizam privacidade, confidencialidade e um padrão de serviço alinhado com o que se pratica nos grandes centros internacionais.

Brunch, um ritual de fim de semana

A aposta na restauração tem sido outro vetor importante na afirmação do InterContinental Luanda Miramar. Entre propostas temáticas e experiências gastronómicas pensadas para diferentes públicos, o brunch de domingo consolidou-se como uma das referências mais procuradas da cidade, atraindo famílias, residentes e convidados habituais num ambiente que combina sofisticação, variedade e serviço de nível internacional. Para Nuno Neves, esta oferta traduz também a capacidade do hotel em ir além do alojamento, criando hábitos, fidelização e novas razões para regressar.

Angola no mapa

A ligação ao programa Meet Angola e à estratégia do Ministério do Turismo é, nesse sentido, particularmente simbólica. Nuno Neves vê no projeto uma plataforma decisiva para afirmar Angola como destino de conferências, reuniões e turismo de alto valor acrescentado. “O Meet Angola está a mostrar ao mundo que o país está aberto”, afirma, defendendo que a hotelaria de excelência deve estar integrada nessa narrativa de posicionamento internacional.

Essa articulação entre marca-país e marca-hotel é, para o Diretor-Geral, um dos sinais mais consistentes da maturidade que o setor começa a alcançar. O InterContinental não quer ser apenas um hotel de referência em Luanda, quer ser um ativo estratégico na construção de confiança em torno de Angola. E essa confiança, em hotelaria, vale tanto quanto a reputação.

 

 

 

Liderança e confiança

No centro de tudo está a liderança. Nuno Neves fala dela com franqueza e de uma forma muito clara: consistência, lealdade, honestidade e vontade. São estes os valores que, na sua perspetiva, sustentam a operação e dão coesão a uma equipa numerosa, que já ultrapassa as cinco centenas de trabalhadores. Nenhum homem é uma ilha, por isso reconhece que o sucesso do hotel depende da disciplina coletiva e da capacidade de manter um padrão comum em todas as frentes.

A sua visão de gestão é pragmática e rigorosa. Não há espaço para complacência, muito menos para comportamentos que possam comprometer a confiança. A integridade, diz, é inegociável. E é precisamente essa exigência que ajuda a construir uma cultura interna capaz de responder a uma indústria em que cada detalhe conta.

Luxo com impacto

Mais do que um hotel, o InterContinental Luanda Miramar afirma-se como um ecossistema de hospitalidade, trabalho e representação. Entre a sofisticação do serviço, a dimensão internacional da marca e a atenção ao território, o projeto ajuda a projetar uma Angola mais competitiva, mais aberta e mais preparada para receber o mundo. Na leitura de Nuno Neves, essa é, no fundo, a missão: oferecer uma experiência de excelência que surpreenda.

E é talvez aí que reside o seu maior mérito. Num mercado em transformação, o InterContinental Luanda Miramar não procura apenas acompanhar as expectativas. Procura superá-las.

Newsletter


 

 

 

This will close in 5 seconds