Num setor tradicionalmente marcado pela exigência técnica e pela forte concorrência, a KAYANA CONSTRUÇÕES tem vindo a afirmar-se como um caso de crescimento consistente e estratégia diferenciadora. Distinguida como Empresa Gazela, a empresa liderada por Rodrigo Costa evidencia uma trajetória sustentada em inovação, proximidade ao cliente e capacidade de adaptação a um mercado em constante transformação. Nesta entrevista, o CEO partilha os pilares que têm sustentado este percurso e a visão que orienta o futuro da organização.
Que significado tem, para a KAYANA CONSTRUÇÕES, ter sido distinguida como Empresa Gazela, e de que forma esse reconhecimento reflete o percurso e a estratégia da empresa?
O significado que tem para KAYANA CONSTRUÇÔES ter sido distinguida Empresa Gazela foi o de atingir resultados positivos. Porque quando uma empresa consegue gerar resultados positivos, torna-se mais competitiva e atrativa no mercado, o que pode levar a novas oportunidades de negócios e parcerias.

De que forma a empresa tem conseguido conciliar crescimento acelerado com a manutenção da qualidade, da confiança e da resposta próxima ao cliente?
A empresa consegue conciliar o crescimento acelerado com a manutenção da qualidade e da confiança ao longo da resposta próxima ao cliente, porque adotamos estratégias que envolvem a melhoria continua, prática e inovação.
Quais têm sido os principais fatores de diferenciação da KAYANA CONSTRUÇÕES num setor tão competitivo como o da construção?
Os principais fatores de diferenciação da KAYANA CONSTRUÇÔES num setor tão competitivo são:
- Diferenciação de serviço
- Diferenciação de produto
- Estratégias de marketing inovadoras
- Inovação continua
- Mercado e concorrência
Que prioridades orientam a empresa em matéria de inovação, sustentabilidade e consolidação da sua presença no mercado?
As prioridades que orientam hoje a nível de inovação são investir em pesquisas e desenvolvimento e na criação de novos serviços para se destacar em mercado competitivo. A nível de sustentabilidade baseia-se em três pilares fundamentais: ambiental, social e governança elas exigem a descarbonização das operações, o respeito pelos direitos humanos, diversidade e transparência financeira e ética.
A nível de consolidação orienta-se pela resiliência operacional, adoção estratégica de Inteligência Artificial, expansão via fusões e aquisição de sustentabilidade. O objetivo central e ganhar cota de mercado.








