Transportes Moura: Transporte de Negócios
Presente no negócio da movimentação de mercadorias desde 1968, o Transportes Moura, Lda. é uma empresa familiar que já vai na terceira geração. Situada na Maia, a empresa liderada por Júlio Silva é referenciada pela confiança, inovação e credibilidade.
Fundada há 49 anos pelas mãos de Aurélio José da Silva, hoje com 93 anos, avô de Júlio Silva, atual gerente, a empresa começou no setor do algodão onde as cargas, naquele tempo, eram a granel. Com o passar do tempo o negócio expandiu-se ao setor do cereal e, foi no fim da década de 80, com a evolução, que começaram a aparecer os contentores em Portugal.
Nos últimos anos a empresa tem tido um crescimento gradual e sustentável aos olhos do gerente que garante que tem estado à altura para acompanhar as oscilações do mercado. O posicionamento da empresa mudou consideravelmente devido às mudanças do mercado nos últimos anos e é através das adaptações a essas realidades que os resultados vão aparecendo.
“Neste momento estamos preparados para fazer mais de 90 por cento de qualquer tipo de serviço que venha em contentores e/ou cisternas marítimas ”, refere Júlio Silva.
Com uma grande variedade de clientes desde a indústria de plástico a químicos, a preocupação é de preparar todos os colaboradores para todo o tipo de serviços. “A nossa mão-de-obra é toda ela especializada, e com experiência no manuseamento de mercadorias perigosas”.
Há 17 anos à frente da empresa, Júlio Silva define este setor como “muito competitivo em que tem que haver um instinto de sobrevivência muito grande”. Como tal, para gerir este negócio, o segredo é viver um dia de cada vez, seguir o plano e cumprir os objetivos traçados tal como tem vindo a acontecer até ao momento.
A motivação do empresário é que a empresa seja pioneira e líder em novos segmentos de serviços, uma referência na mente dos seus clientes e claro crescer a todos níveis, tais como: no conforto financeiro, na sustentabilidade para que seja possível melhorar as condições às pessoas com quem trabalha, para que elas também fiquem a ganhar. “A partir do momento em que a empresa tem uma solidez financeira pode pensar no resto. Queremos os melhores colaboradores, queremos os melhores equipamentos e dar condições às pessoas para que elas fiquem satisfeitas”, finaliza Júlio Silva.














