Categoria: Imobiliário, Construção e Reabilitação

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JRCO: Engenharia e construção de luxo no Barlavento

Rui Chaparro formou-se em engenharia civil na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, trabalhou em empresas de renome no território nacional, mas foi em Angola, para onde se mudou em 2011, que descobriu a sua vocação empresarial. Quando regressou a Portugal, e ao Algarve, em 2015, trouxe consigo alguns colaboradores, que o acompanharam na jornada angolana e também uma vontade férrea de criar uma empresa. Tendo por base a sua experiência, encontrou na construção e reabilitação de moradias de luxo o seu mercado e aposta, agora, numa outra vertente empresarial – a promoção própria de imóveis. 

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Linergel: Uma nova aposta na construção civil algarvia

A Linergel é uma empresa de construção algarvia fundada em plena crise, pela família Lourenço. Em seis anos, passaram de três colaboradores para sete funcionários fixos e cerca de 30 subcontratados. O sucesso mede-se também pelo crescimento da empresa, que duplica de ano para ano. Os responsáveis pela empresa explicaram-nos as razões do sucesso e falaram-nos da realidade algarvia da construção e reabilitação, numa altura em que a maioria dos clientes é estrangeira.

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Construções Carlos Reis: Uma empresa que honra o passado e trabalha o futuro

As Construções Carlos Reis são uma empresa de renome no Algarve, intimamente ligada ao nome do fundador. Os filhos, Célia e Roberto Reis, são os responsáveis pelo destino do negócio que, apesar de já ter passado por graves crises, continua a existir. À conversa com Célia e Roberto Reis, conhecemos de perto a realidade da construção em Tavira e a diferença que distingue uma empresa próxima dos seus clientes e com garantia de qualidade das construções que realiza.

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AD Quadratum: “Sermos pequenos não é ter menos capacidades, é apenas ter menos recursos”

“Com foco na urgência da implementação de uma ‘Agenda Urbana’ nos territórios (talvez mais do que nas nossas ‘cidades’) impõe-se um trabalho colaborativo entre todos os agentes e administrações. No que respeita à escala e problemáticas dos nossos centros urbanos, sermos pequenos não é ter menos capacidades, é apenas ter menos recursos. Trabalhar em rede (com geometrias variáveis), partilhar esforços, respeitando, contemplando e valorizando a diversidade (identidade), é fazer o caminho do desenvolvimento e qualificação dos nossos territórios”. Esta é a reflexão que o CEO da ad quadratum nos deixa após a sua participação na Semana das Regiões que decorreu em Bruxelas em outubro passado.